#03 – Batalha de Slashers, vol. 1: PSICOSE 2 (1983) vs. O MASSACRE DA SERRA ELÉTRICA 2 (1986)

Em novo formato, superando este hiato causado pela pandemia e suas consequências, o time do DETOUR formado por Guilherme Martins e Filipe Furtado inaugura esta que será uma série recorrente aqui do podcast, a Batalha de Slashers. Será sempre uma oportunidade para relembrar obras do gênero que tanto nos fascina. Quarentenados em nosso apartamento, recebemos as participações em áudio mais que especiais de Francis Vogner dos Reis, habituê do nosso mini-estúdio, e do estreante João Pedro Faro, nos abrilhantando pela primeira vez com uma participação.

Conversamos sobre dois filmes que são sequência de matrizes do slasher, o PSICOSE 2 (1983), de Richard Franklin, e O MASSACRE DA SERRA ELÉTRICA 2 (1986), de Tobe Hooper. Pensamos um poucos sobre as matrizes do slasher, a carreira de Franklin e Hooper e, claro, tentamos dissecar com a ajuda dos convidados os dois filmes. Mais um épico, extenso, quase três horas de conversa, pra compensar nossa ausência nos últimos meses.

Eis o nosso índice:

1′ – Apresentação, as origens do slasher e introdução aos filmes da pauta
31’40 – Psicose 2 e a carreira de Richard Franklin
78’10 – O Massacre da Serra Elétrica 2, Tobe Hooper, era Reagan, grandma is in chainsaw heaven
141’04 – Pensando em conjunto: o que os difere, como lidam com o conceito de produto que carregam como sequências de clássicos
152’45 – Nosso time elege o Top 5 da carreira do Tobe Hooper

Errata: o âncora teve um lapso na mente e chamou por um punhado de vezes a DJ de O Massacre da Serra Elétrica 2, a Stretch, de Sally, que é o nome da mítica protagonista de O Massacre da Serra Elétrica.

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Conteúdo adicional:

Trailer de Psicose 2

Trailer de O Massacre da Serra Elétrica 2

Crítica do Guilherme sobre The Toolbox Murders

Comentário do Filipe sobre Psicose 2 no Letterboxd (em inglês)

Comentário do Filipe sobre Lifeforce no Letterboxd (em inglês)

Hooper em cinco filmes, artigo do Filipe publicado no seu blog

Lista do Guilherme sobre o Tobe Hooper no Letterboxd

#02 – MICHAEL MANN, o velho e o novo: MIAMI VICE (2006) vs. THIEF (1981)

Desta vez, o time do DETOUR representado por Guilherme Martins e Filipe Furtado recebe Sérgio Alpendre e discutem um pouco sobre a obra do Michael Mann, do início (THIEF) a consagração na cinefilia contemporânea (MIAMI VICE).

Falamos sobre as obsessões, o trem que sai dos trilhos que é o emocional dos personagens que habitam este universo tão cheio de detalhes. Da Nova Hollywood ao digital, descortinamos um pouco da sua carreira.

Eis o nosso índice:

1′ – Apresentação e homenagem ao Mojica
7’10 – Thief
31’25 – Miami Vice
67’00 – Michael Mann em questão a partir da oposição entre os filmes
95’15 – Elegemos o nosso Top 5 do Michael Mann e agradecimentos

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Conteúdo adicional:

Trailer de THIEF

Trailer de MIAMI VICE

Texto do Filipe sobre a carreira do Michael Mann até Colateral, originalmente publicado na Revista Paisà, republicado no seu blog

Texto do Sérgio sobre a carreira do Michael Mann

Texto do Jean-Baptiste Thoret sobre a carreira do Mann

Texto do Dave Kehr sobre o Thief

Lista do Guilherme sobre o Michael Mann no Letterboxd

Lista do Filipe sobre o Michael Mann no Letterboxd

#01 – Jogos de cena: DOMINO (2019) vs. O TRAIDOR (2019)

O DETOUR promove em seu novo episódio o encontro entre DOMINO (2019), o mais recente filme de Brian De Palma, e O TRAIDOR (2019), filme de máfia do Marco Bellocchio. Guilherme Martins, Filipe Furtado e Francis Vogner dos Reis conversam sobre estes dois mundos que se opõe: o exílio europeu de um velho mestre expulso de Hollywood e o conforto de uma produção que outro mestre ancião raramente teve.

Jogos de cena, representação, o papel da máfia na identidade italiana, a dramaturgia e os traços de estilo, estes foram alguns dos temas que debatemos.

Eis o nosso índice

1′ – Introdução aos filmes e a jornada de Brian De Palma para finalizar Domino
22’15 – Domino
67’52 – O Traidor
104’22 – De Palma, Bellocchio, representação, dramaturgia, espaço cênico
131’21 – O trio do Detour seleciona o seu Top 5 do Brian De Palma

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Conteúdo adicional:

Trailer de DOMINO

Trailer de O TRAIDOR

Artigo do Filipe sobre o DOMINO no seu blog

Lista do Filipe sobre o Brian De Palma no Letterboxd

Lista do Guilherme sobre o Brian De Palma no Letterboxd

Lista do Guilherme sobre o Marco Bellocchio no Letterboxd

Comentário do Filipe sobre O Traidor no Letterboxd

Artigo do Filipe sobre o PASSION no seu blog

Catálogo da Mostra: Brian De Palma – 24 mentiras por segundo (tem artigos de Filipe e Francis, entre outros)

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#00 – Episódio Piloto: FUGA DE NOVA YORK (1981) vs. TRAGAM-ME A CABEÇA DE ALFREDO GARCIA (1974)

No episódio piloto do DETOUR, nosso time formado por Guilherme Martins, Filipe Furtado e Francis Vogner dos Reis teve uma longa conversa sobre dois clássicos do cinema, FUGA DE NOVA YORK, filme de ação pós-apocalíptico de John Carpenter, e também sobre TRAGAM-ME A CABEÇA DE ALFREDO GARCIA, o mais extremo filme de Sam Peckinpah. Falamos das carreiras dos cineastas também, das suas representações, clássico, tradição, modernidade, ética e estilo.

Eis o nosso índice

1′ – Introdução ao DETOUR
8′ – Apresentação dos convidados + Francis comenta CANTO DOS OSSOS, filme de vampiro vencedor da Mostra Aurora no Festival de Tiradentes
15’40 – Fuga de Nova York
48’15 – Tragam-me a cabeça de Alfredo Garcia
80′ – Fuga, Alfredo, Carpenter, Peckinpah (e um pouco sobre Walter Hill)
140′ – Nossa mesa elege o seu Top 5 Carpenter e agradecimentos

Onde ouvir o piloto do DETOUR:

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Conteúdo adicional:

Trailer de FUGA DE NOVA YORK

Trailer de TRAGAM-ME A CABEÇA DE ALFREDO GARCIA

Artigo do Kent Jones (em inglês), citado no episódio

AMERICAN MOVIE CLASSIC: JOHN CARPENTER

America doesn’t have so many great directors to spare that it can afford to let John Carpenter fall through the cracks. Should that come to pass, and it almost has, he’ll have the last laugh: the work will speak for itself. But how did he come to be so marginalized?

(parar ler o texto completo basta clicar no trecho selecionado)

E você consegue ler alguns trechos no Google Books da biografia da Pauline Kael, onde ela fala um pouco sobre o Peckinpah, por quem ela nutria imenso afeto.

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PRÉ-PILOTO ## QUASE LÁ

O DETOUR é um podcast sobre cinema, com recorte no cinema de gênero, de todas as épocas. Em cada episódio, Guilherme Martins e Filipe Furtado vão receber um convidado e debater sobre dois ou três filmes, cruzados e observados em conjunto.

TRAGAM-ME A CABEÇA DE ALFREDO GARCIA (1974), Sam Peckinpah, Warren Oates

Estaremos debatendo no piloto, no ar nos agregadores a partir do dia 17/02, FUGA DE NOVA YORK, um clássico de John Carpenter, em conjunto a TRAGAM-ME A CABEÇA DE ALFREDO GARCIA, do Sam Peckinpah. A ideia, como sugerido neste piloto, é recuperar e discutir filmes que trabalham com códigos de gênero. Receberemos para o piloto, na primeira de muitas visitas, nosso camarada Francis Vogner dos Reis.

Haverá uma gama de possibilidades: não ficaremos apenas no conceito mais básico do gênero, como o horror ou o faroeste. Teremos séries sobre slashers e giallos, vamos tratar de clássicos do policial brasileiro como SNUFF, PARANOIA e MISSÃO: MATAR. O foco é propor uma pauta onde os filmes conversem, o tipo de conversa pode variar muito, e a nossa única exigência é que nunca nos afastemos dos filmes em si.

Nosso objetivo é ter uma periodicidade semanal, queremos postar sempre no começo das semanas. Porém, estamos entrando no ar na base do esforço individual, o que quer dizer que talvez eu não queira prometer desde o início os episódios semanais e eventualmente decepciona-los, mas eu prometo que estaremos trabalhando pra que a periodicidade seja respeitada ao máximo.

O MASSACRE DA SERRA ELÉTRICA, PARTE 2 (1985), Tobe Hooper, Dennis Hopper

Outra proposta muito cara ao DETOUR: queremos sempre que o debate principal, salvo participações mais que especiais, aconteça no nosso esforçado mini-estúdio móvel, no calor residencial, onde o debate pode ser feito com mais cumplicidade. Nada de errado no formato a distância, mas é uma escolha e certamente isto vai refletir na forma do nosso programa. O objetivo é criar um ambiente especial.

O nosso formato de casar os filmes como numa sessão dupla ou tripla é emprestado de alguns podcasts gringos, onde é mais comum esse formato que estamos empregando, como num double bill num velho drive-in. Vou citar duas inspirações muito caras ao nosso DETOUR: o SLEAZOIDS e o THE SUSPENSE IS KILLING US. São dois podcasts que arriscam-se a tratar do cinema de gênero no século passado, um recorte mais radical que o nosso. Ambos tem figurinhas carimbadas do Letterboxd no seu elenco, respectivamente Josh Lewis e Matt Lynch, e trazem um frescor e frontalidade no tratar dos filmes que foram inspiradores na decisão de escolher o nosso recorte.

O que mais vêm por aí?

Propomos, ainda nesta temporada, o encontro entre Carlão Reichenbach, nosso eterno inspirador, e Samuel Fuller, cuja cinematografia basicamente poderia servir de justificativa para este podcast. Nós teremos uma sessão dupla entre A ILHA DOS PRAZERES PROIBIDOS e o CASA DE BAMBU.

E já no nosso primeiro mês no ar, teremos um especial dedicado ao Michael Mann, discutindo dois filmes seminais de momentos opostos da sua carreira: THIEF (1981) e MIAMI VICE (2006). Esse debate deve contar com a luxuosa presença de Sérgio Alpendre no nosso mini-estúdio móvel.

THIEF (1981), Michael Mann, Tueday Weld, James Caan

Haverá filmes novos em pauta, mas é importante frisar nosso compromisso de que o programa não irá acompanhar o circuito de salas de cinema ou mesmo os streamings. Há muita gente dedicada aos filmes do momento, de gênero ou não, fazendo bem o seu trabalho, e não é a nossa proposta nos focar no que vem, digamos, de cima pra baixo. Muitos filmes interessantes e de relevância tem acontecido dentro do cinema de gênero recente, inclusive no Brasil, e não os excluiremos das conversas.

Teremos sempre um conteúdo adicional, com material sobre os filmes, textos citados (ou não, eventualmente), imagens e qualquer forma de informação que possa enriquecer a experiência dos nossos ouvintes sobre as nossas pautas.

Começamos na procura do aprendizado, sem medo de errar.